Ecossistema de Gestão de Incidentes Regulados English version

Security Officer

Perguntas Frequentes

Respostas diretas às perguntas mais frequentes.

Dúvidas

Perguntas frequentes

A designação de um Security Officer é obrigatória em Portugal?
Não existe, em geral, uma norma que a imponha. O que é obrigatório é o resultado: medidas de segurança adequadas ao risco e a capacidade de as demonstrar. Em entidades abrangidas pelo Regime Jurídico da Cibersegurança existe, essa sim, uma função regulada, tratada em cybersecurityofficer.pt.
Qual a diferença entre o Security Officer e o encarregado da proteção de dados?
O encarregado ocupa-se do tratamento de dados pessoais e aconselha e controla a conformidade com o RGPD. O Security Officer ocupa-se da segurança de toda a informação, incluindo aquela que não é pessoal. As funções articulam-se, mas não se substituem.
A mesma pessoa pode exercer as duas funções?
Em organizações pequenas é frequente e admissível, desde que não haja conflito de interesses e que a pessoa disponha de tempo e de competências para ambas. O conflito surge, por exemplo, quando quem decide sobre os sistemas é também quem deve controlar essas decisões.
Vale a pena certificar pela ISO/IEC 27001?
Depende do mercado. Quando os clientes ou os concursos a exigem, a certificação deixa de ser uma opção e passa a ser condição de acesso. Fora desses casos, o valor está no sistema de gestão, que pode ser implementado sem certificação.
Por onde começar, com orçamento limitado?
Pelo diagnóstico de maturidade e pela avaliação de risco. São o único modo de garantir que o orçamento disponível é aplicado onde reduz mais risco, e produzem o argumento que a direção precisa para decidir.
Porque é que o website está também em inglês?
Porque muitas organizações portuguesas respondem a questionários de segurança e a auditorias de clientes internacionais, e a discussão sobre meios e prioridades faz-se frequentemente em inglês.

A segurança que não se mede não se gere

Comece por um diagnóstico de maturidade ou peça uma proposta para estruturar a função.